16. Dez
20 anos de cura da minha alma, para hoje ser simplesmente eu, autêntica, genuína e natural, sem precisar de copiar ou tentar imitar alguém. Sem precisar de dar asas à minha imaginação na tentativa de florear a ilusão temida. Ao longo do caminho fui deixando cair capas, máscaras e muitas lágrimas, reprimindo sentimentos, emoções e intenções. Conquistei muito carinho, abraços, corações e também conhecimento de mim e do Todo. A palavra eu transformou-se em nós, o medo transformou-se em amor, o difícil transformou-se em desafio, o apego transformou-se em compaixão… e a vida transformou-me de acordo com o que Eu Sou e o que vim “cá” fazer. Há muito caminho pela frente a ser trilhado, e ainda bem é sinal que estou viva, com muito para aprender ainda, e em plena gratidão e conexão com o Universo
Bom dia Humanos
(Madalena Aparício)